From Italy and United Kingdom...

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Na Itália,

Royal Princess já em estado final de construção.
Regal Princess original no Rio em 2007. 
A Princes anunciou o nome de seu novo navio que está sendo cons- truído nos estaleiros Fincantieri, na Itália. Como adiantado por nós ainda em Janeiro do ano passado (clique aqui para ver), o navio se chamará Regal Princess. Gêmeo do Royal Princess, que ficará pronto em 2013, a embarcação possuirá 141 mil toneladas, e capacidade para 3,600 passageiros. Os nomes escolhidos para os navios Royal e Regal Princess, já foram utilizados pela companhia antes, nos gêmeos encomendados pela Sitmar, que hoje navegam para a P&O Australia, com os nomes Pacific Jewel e Pacific Dawn.

No Reino Unido,
Discovery, que é gêmeo do Pacific no Rio de Janeiro.
Foi formada uma nova joint-venture, entre duas operadoras de navios inglesas, a Voyages of Discovery e a Cruise e Maritime Voyages (CMV), que operam, respectivamente, o Discovery e o Voyager, e o Ocean Countess e o Marco Polo. As companhias entraram em um acordo, e o Discovery terá suas viagens comercializadas por ambas as companhias, enquanto sua operação caberá a CMV. O navio se juntará a frota da companhia em Fevereiro de 2013, após uma grande reforma, que já estava anteriormente programada. O Discovery é o ex-Island Princess, gêmeo do Pacific Princess, e que foi por algumas vezes usado para as gravações do programa Love Boat, sucesso na TV Norte-Americana nas décadas de 70 e 80. Tem capacidade para aproximadamente 700 passageiros.

Texto (©) Copyright Daniel Capella.
Imagens (©) Copyright Princess, Daniel R. Carneiro e Edson de Lima Lucas.

Rotterdam de 1959

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Quando foi construído o Rotterdam possui o casco cinza com somente uma
pequena faixa amarela. 
Uma das maiores "grand ladies" da navegação mundial, assim pode ser definido o Rotterdam de 1959. O navio, que mais tarde seria conhecido como Rembrandt, é um grande liner da época áurea da navegação transatlântica.

Na época em que foi construído, tinha como objetivo, assim como vários outros, como o Camberra, e o France/Norway, cumprir as linhas entre a Europa e a América, os EUA. Porém, com o advento da aviação comercial, teve que se adaptar aos novos tempos, e assim como vários outros navios, passou a oferecer cruzeiros. 
Mais tarde o casco do navio foi pintado de azul. 
E assim foi, até 1997, foi um dos mais famosos navios de cruzeiro do mundo, levando a imagem da Holland America Line. Em todo mundo, seja por seu design inusitado, ou por sua imponência, o navio é sempre lembrado quando o assunto é grandes navios do passado. 

No Brasil não poderia ser diferente. Além de ter passado pelo Brasil algumas vezes, ainda a serviço da Holland America, o navio fez duas temporadas no Brasil pela Premier Cruises, entre 1997 e 1999. Na época, o navio marcou época por conta de seu serviço e instalações refinadas, e ainda hoje é lembrado como um dos mais interessantes navios a fazer temporadas no país. 
Quando veio a Santos, o navio já possuía, porém, com um tom diferente do
da época que usava quando navegava para a HAL.  
Um dos brasileiros que teve a oportunidade de conhecer o navio, ainda que fora do Brasil, é o jornalista Sérgio Oliveira, que nos deixa o interessante depoimento sobre sua experiência no navio. Confira:

A primeira vez que eu vi o Rotterdam, por volta de 1987/88, se tornou uma ocasião inesquecível por dois acidentes do acaso. Eu estava a bordo de um cargueiro, em meio ao seu carregamento, cujo comandante era um holandês de humor flutuante. 
Aqui é visto no antigo Terminal de Passageiros de Santos, a Casa do Café,
no Armazém 15. 
Era de manhã mas não muito cedo. Na hora que eu cheguei na cabine do comandante, o Rotterdam começava a passar a bombordo, chegando ao porto. Fomos ambos para a ponte, vê-lo passar e ali ficamos uns minutos até que o navio se aproximasse do seu ponto de atracação.

Eu já sabia de sua existência e dos seus itinerários há muito tempo, mas vê-lo ao vivo foi algo inesquecível.

Na temporada 1997/1998 fez doze viagens com embarque em Santos, haviam
roteiros para o Nordeste e o Prata, e até um mini-cruzeiro. 
Dado que fomos a ponte, eu achei que o comandante estava interessado em ver o navio ou por este ser holandês, ou pelo lendário navio de passageiros que se tornara. Embalado nesta idéia eu lhe perguntei se ele gostaria de ser comandante de um navio assim. A resposta veio rápida e seca: "Não… a carga fala." Me fez rir e assim ganhou lugar na minha memória daqueles anos.

Qual foi a a minha impressão do navio naquele momento? A mesma que teria por vários anos: que ele era um navio estranho por fora. Parecia que algo havia cortado pedaços inteiros dos decks superiores a popa. Faltava uma chaminé própria, central ou dupla. Mas estranhamente, navegando assim lento, ele tinha uma elegância e uma certa majestade.

O navio foi adquirido pela Premier Cruises e renomeado Rembrandt em 1997. 
Sai do navio, e na volta para a agencia decide ir dar uma olhada no Rotterdam atracado. Infelizmente, naquele dia, só teria tempo para isso dado que as tarefas eram muitas e o tempo curto. Ao ve-lo atracado, a segunda marca em minha memória foi descobrir que o acesso ao navio se dava não por uma ou mais escadas se elevando aos decks principais mas sim por uma rampinha, curta, que se ajustava a um dos decks mais próximos do cais. Era irônico um navio grande como aquele estar ‘ligado’ ao cais por algo tão pequeno. Foi a primeira vez que veria algo que mais de quinze anos mais tarde se tornaria quase que padrão em navios de cruzeiro.

Lembro também da cor do casco, um azul denso que quase parecia preto mas tinha como que uma camada de poeira por cima. Era um efeito fosco que raramente havia visto então.

Acho que ele estava em um dos seus lendários cruzeiros de volta ao mundo. Vinha só com passageiros em transito, e partiria em algumas horas. A Holland America não havia sido vendida a Carnival ainda, e o Rotterdam ainda era o ‚nau-capitanea’ da frota.

Navegou pela Premier Cruises até 2000, quando a companhia faliu. 
Dez anos se passariam até que eu o encontrasse de novo. Lembro da manhã de sol em Southampton, do leve atraso ao navio chegar, de espera-lo no cais do Ocean Terminal (utilizado pela Cunard e que me pareceu mais adequado a receber um ex-transatlântico de carreira do que o Mayflower Terminal que sempre me pareceu mais P&O e carreira da Ásia). Naquele dia aquele trecho de cais, que vai da ponta mais ao sul do porto, olhando o Solent em direção a Portsmouth, até aonde o Titanic um dia atracou, passando por onde existiu o mais famoso Ocean Terminal (do qual só restavam na época parte da escada de acesso da plataforma ferroviária), estava vazio. O sol se fortalecia e a superficie do Solent reluzia.

E eis que de repente eu o vejo, agora com o nome de Rembrandt, avançando lentamente em direção ao cais, ainda com o casco de uma cor escura, mas já uma pintura mais padrão do que a que vira na primeira vez.

Me continuava sendo um navio de porte estranho. Mas logo ele atracou e tendo chegado em lastro, sem passageiros, em alguns minutos estávamos na rampa de acesso a bordo (não mais a pequena rampa, perto do cais, mas a própria rampa do terminal que nos deixava em um dos seus promenade decks).

O Rotterdam/Rembrandt tem um estilo de desenho diferente da maioria de todos
os outros navios, a começar pelas chaminés, que são inspiradas nas do Eugenio C.
A nossa guia na visita, uma das muitas funcionárias do navio, ali nos recebeu e nos conduziu primeiro ao Club Carlton, que tinha tanto renome entre os passageiros fiéis da HAL como o próprio navio tivera. Ali eu comecei a entender a magia daquele navio: ele estava, praticamente, do mesmo jeito como quando fora lançado em 1959. Móveis reformados e carpetes novos, mas todo o esquema de decoração seguindo as cores, e em vários casos os materiais, originais. Era entrar em uma máquina do tempo e entender porque o navio, nos tempos de HAL, vivia lotado: passar dias ali era escapar um pouco os dias modernos, era relembrar épocas mais serenas no mundo e na navegação.

Os decks eram de teak, bem cuidados e um prazer de serem vistos. Algumas partes, cobertas, lembrando outros navios ainda mais antigos. As cabines eram amplas e com muita madeira na decoração dando uma sensação de harmonia e aconchego nos dias mais frios. No Queen’s Lounge ainda havia o abat-jour fixo sob o qual a Rainha da Holanda fazia seu tricot ou lia nas travessias. No Ambassador’s Club ainda havia aquela atmosfera de ‘boite’ dos anos 60.

Após um longo período de abandono e posteriormente de reformas,
o Rotterdam foi recebido na cidade de mesmo nome em 2008. 
Almoçamos em um restaurante que, como em quase todo transatlantico que se preze, ficava nos decks baixos do navio. Tinha um teto alto, cores harmoniosas, e ainda aquele visual do final dos anos 50.

Foram horas agradáveis que terminaram quando o embarque dos passageiros começou e o navio deixou de ser somente ‘nosso’. A funcionária (uma brasileira e que iria ficar a bordo até a temporada na America do Sul), muito solicita e com razoavel conhecimento do passado do navio, nos acompanhou até o terminal, aonde nos deu brochuras da temporada que começava e da temporada sul-americana.
Lá, na cidade onde também foi construído, serve como hotel, museu e
centro de convenções, para visualizar seu site, clique aqui. 
Eu voltaria a ver o Rembrandt mais umas duas ou tres vezes mas mais ao longe. Fiquei contente que a idéia de chama-lo Big Red Boat IV não tivesse ido adiante e que ele continuasse igual ao que tinha sido por tantos anos.

A Premier acabou, o Rembrandt foi vendido e rebatizado Rotterdam em 2004. Desde então uma saga de destinos e reformas se passou mas já há algum tempo o navio voltou para casa e é em Rotterdam que eu espero ve-lo. para desta vez passar umas noites a bordo do que é o mais interessante hotel da cidade. De momento o hotel ocupa somente algumas cabines e um dos bares. Em breve deve dar aos hóspedes acesso a alguns dos salões. Quando isto ocorrer, será tempo de revisitar esta lenda em forma de navio.
Para sua nova função, ganhou de volta suas cores originais de 1959. 

Texto (©) Copyright Daniel Capella e Sérgio Oliveira.
Imagens (©) Copyright Holland America Line, Rhoderik Jones, Silvio Roberto Smera, Edson Lucas, Emerson Franco Rocha (estas três últimas retiradas da coluna Recordar, do site Portogente), Premier Cruises e Cees de Bijl.

Rotterdam em Santos em 2006; e a história da companhia com a cidade

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A Holland America Line (HAL), companhia premium do grupo Carnival, escala o Brasil há muitos anos. Em Santos, porém, a companhia não é presença muito regular, tanto que após o início das temporadas regulares em 1997, só foi vir a cidade em 2006, com seu flagship, o Rotterdam. Desde então, a companhia voltou a cidade algumas vezes, com o próprio Rotterdam, e também com o Veendam (veja fotos da última escala), que é quase gêmeo, e serviu de inspiração para seu design.
Mesmo assim, na última temporada, por exemplo, a HAL não teve um navio fazendo escala em Santos, história que será diferente na próxima temporada, quando o Prinsendam, menor e mais antigo navio da frota fará sua estréia na cidade durante seu cruzeiro anual de circum-navegação da América do Sul, com embarque e desembarque em Fort Lauderdale, nos EUA. Na América do Sul, além dele a companhia ainda trará o Maasdam, que fará sua estréia no sub-continente, e novamente o Veendam. Estes dois, porém, não farão escalas em Santos. 
Para a temporada 2013/2014, a companhia trará outra novidade à América do Sul, um navio que nunca antes esteve nessa região, o Zaandam, da mesma classe do Rotterdam, do Veendam e do Maasdam. Mas este também, não escalará Santos, mesmo no Rio de Janeiro, haverá apenas uma escala, que contará com embarque e desembarque de passageiros. Além dele, o Maasdam e o Prinsendam voltarão ao Brasil, ainda que nenhum escale Santos. As fotos dessa postagem são da escala do Rotterdam em sua primeira temporada em Santos, no dia 23 de Dezembro de 2006. 
Texto (©) Copyright Daniel Capella.
Imagens (©) Copyright Marcelo Lopes (Santos Shiplovers).

Navio escola russo faz no Recife, única escala no Brasil

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Está atracado no Porto do Recife o veleiro Sedov, navio escola da Rússia. A embarcação, de 91 anos, uma das maiores do mundo, fica na cidade até domingo. A embarcação está em viagem pela volta do mundo e escolheu a capital pernambucana para sua única parada em águas brasileiras. Os cadetes embarcaram em Brest, navegaram de São Petersburgo e de lá para Casablanca. Da cidade marroquina, vieram para o Recife. Depois do Recife, o navio segue para Montevidéu, Ushuaia, Valparaiso, Callao, Papeete e Apia.

Histórico, o navio tem 117 metros de comprimento, 15 metros de largura e quatro mastros. Foi a primeira embarcação do tipo a ter um motor instalado. Sua velocidade máxima atinge 18,2 nós. É apontado pelo Guinness Book como o maior navio-escola a vela do mundo. Sua velas somam 4.150 metros quadrados de área total. É um exemplo das embarcações utilizadas no final do século 19.

O Sedov foi construído na Alemanha em 1921 com o nome Madalena Vinnen e navegava sob a bandeira alemã, carregando nitratos para o Chile. Em 1936, a embarcação foi reformado para um navio de treinamento. Em 1945, foi premiado no Reino Unido e na União Soviética por reparações de guerra. Seu nome presta uma homenagem ao seu famoso explorador russo Georgy Sedov, um dos primeiros homens a alcançar o polo norte.

A tripulação é formada por 100 cadetes, além de 57 tripulantes da equipe regular e até 40 turistas. Os viajantes pagam 100 euros por dia para a viagem em cabines com mais seis ou oito outras pessoas. As quatro refeições são feitas com os cadetes, que são futuros oficiais da navegação, engenheiros e operadores de rádio que estão a bordo em treinamento.

Texto (©) Copyright Diário de Pernambuco (adaptado).
Imagens (©) Copyright Antonio Saéz e Rui Agostinho.

Obras do PAC-Copa vão começar no Porto de Santos

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Vermelho: Traçado atual do Cais
Marrom: Área que será aterrada
Azul: Novo traçado do Cais
3: Concais
2: T-Grão
1: Cais da Marinha
Devem começar nesta semana as obras de alinhamento do Cais de Outeirinhos, entre os armazéns 23 e 29 do Porto de Santos. O início dos trabalhos depende da assinatura da ordem de serviço pelo ministro dos Portos, Leônidas Cristino. O documento deverá ser firmado nos próximos dias, disse o diretor de Infraestrutura e Execução de Obras da Codesp, Paulino Moreira Vicente. O empreendimento será feito pelo consórcio formado pelas firmas Serveng, Constremac e Constran, vencedoras da licitação com a proposta de R$ 287,2 milhões. O valor será pago com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento - Copa (PAC/Copa).

Nesses últimos dias que antecedem o início do serviço, estão sendo realizadas reuniões com o grupo ganhador da concorrência, para que sejam definidos os locais de instalação dos canteiros de obras. “Estamos nos reunindo com o consórcio para ver onde vão ser posicionados os canteiros e onde vão ser feitas as construções das peças pré-moldadas das lajes. As tratativas estão em andamento para que os trabalhos avancem”, explicou Vicente. O diretor da estatal prevê que duas áreas sejam disponibilizadas para a construção dos pré-moldados e que um canteiro fique na Avenida Mário Covas. “Teremos área suficiente para ir fabricando esse material e levando para o cais”, disse.

A obra será dividida em sete trechos. Ao todo, serão cravadas 682 estacas em 1.320 metros de cais. A primeira área de trabalho – que vai envolver os trechos 1, 2, 3 e 4 - fica entre o Cais da Marinha e o T-Grão. O serviço começará por ela para não atrapalhar a temporada de cruzeiros, que terá início em novembro. Conforme estipulado em contrato, o consórcio terá 26 meses para concluir os trabalhos. Porém, a Docas espera que o serviço seja finalizado antes, para que esteja pronto para a Copa de 2014. O evento esportivo deve ocorrer em aproximadamente dois anos.

O adiantamento faz sentido, pois a ideia da obra é atender, sobretudo, a Copa do Mundo no Brasil. Isso porque, com o alinhamento, será possível atracar seis navios nas proximidades do Terminal de Passageiros, da Concais. Atualmente, somente três navios podem parar em frente à instalação. Santos já tem escalas de embarcações previstas para a Copa (mas ainda não confirmadas). Dois navios da MSC vão trazer cerca de 15 mil mexicanos para assistir aos jogos. Além de atender os cruzeiros, a obra trará benefícios para a operação de cargas e melhores acomodações para os navios da Marinha.

 Texto (©) Copyright A Tribuna.
Imagem (©) Copyright Editada de Google.

Seatrade South America acontecerá em Setembro em Buenos Aires

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Splendour: Adam Goldstein da Royal Caribbean participará do evento.
Um grupo de alto escalão de ministros e subsecretários de alguns dos principais países da América do Sul de cruzeiro irá juntar-se a grandes executivos dos cruzeiros em Buenos Aires, no próximo mês, para a Seatrade South America Cruise Convention.

A participação dos altos funcionários dos governos da região mostra como estes estão tomando conhecimento dos benefícios econômicos do turismo de cruzeiro e das oportunidades de crescimento, ao mesmo tempo em que reconhecem os desafios que precisam ser abordados e superados.

"Junto com a Ásia e Austrália, América do Sul oferece uma grande oportunidade para a indústria de cruzeiros", diz o Presidente do Seatrade, Chris Hayman. "A taxa de crescimento no número de passageiros nos últimos cinco anos foi espetacular."

Ministros e secretários de transporte, turismo e do interior da Argentina, Brasil, Chile, Uruguai e Equador se unirão aos CEOs e a operadores portuários e de terminais, fornecedores e agentes de viagens para o evento Seatrade, que terá dois dias. Uma conferência, uma feira, e eventos para agentes de viagem estão programadas para os dias 10 e 11 de Setembro, no Terminal de Cruzeiros Quinquela Martín, em Buenos Aires.

Funcionários argentinos, incluindo o ministro do Turismo Enrique Meyer, Secretário de Transporte Alejandro Ramos e ministro do Interior, Florencio Randazzo confirmaram presença, junto com o subsecretário de Transportes do Chile Gloria Hutt e Subsecretária de Turismo Jacqueline Plass Wähling. O Uruguai enviará o Diretor Nacional de Turismo Benjamin Liberoff. O Brasil terá o subsecretário Especial de Turismo Pedro Guimarães e o diretor de revitalização e modernização da Secretária dos Portos Antônio Maurício Ferreira. Gabriela Villacres, coordenador para cruzeiros do Ministério do Turismo do Equador, também estará no evento.

CEOs de cruzeiros incluem Adam Goldstein da Royal Caribbean International, Pierfrancesco Vago, e Alfredo Serrano, da Iberocruceros. Também estarão presentes diretores regionais e nacionais das companhias Ricardo Amaral, md da Royal Caribbean na América Latina e Caribe, Roberto Fusaro, diretor executivo da MSC para a América Latina, Carlos Nuñez, da Costa Cruceros Argentina, e Rodolfo Szabo, da Pullmantur Brasil. Representantes de outras linhas de cruzeiro são de áreas como operações, vendas e relações governamentais. Mike Ronan, VP de relações governamentais da Royal Caribbean para Caribe, América Latina e Ásia, será um dos moderadores.

Temas das sessões da conferência incluem desafios e oportunidades para o crescimento do setor de cruzeiros, impacto econômico, estudos de caso, o desenvolvimento de infra-estrutura, assistência em terra, os custos operacionais, impostos, taxas, emissão de vistos, a segurança, o ambiente, compras e cadeia de suprimentos, novos portos e destinos, excursões em terra, marketing, sazonalidade e desenvolvimento de produtos.

A primeira Seatrade South America, que aconteceu no ano passado em São Paulo atraiu mais de 1.100 participantes.

Este ano o evento é apoiado pelo porto de Buenos Aires, Instituto de Promoção do Turismo Argentino, Terminales Rio de la Plata, a ABREMAR, no Cone Sul Ports Corp (Conosur) e pela Associação International de Portos e Profissionais Costeiros (AIPPYC).

Um dia agente de viagens, livre de cadastrado prévio, irá incluir uma visão global e apresentações de grandes destinos regionais e companhias de cruzeiro. O 11 de setembro dia é organizado em associação com o site Noticias de Cruceros.

Texto (©) Copyright Seatrade Insider.
Imagem (©) Copyright Daniel Capella.

Porto Valongo terá licitações em 2013

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Créditos: Carlos Nogueira
O estudo final da viabilidade técnica, econômica, social e ambiental do programa de revitalização Porto Valongo Santos estará concluído até Outubro. A garantia é do secretário municipal de Planejamento, Bechara Abdalla Pestana Neves. Realizado pela empresa Ove Arup & Partners, o plano de ocupação e de sustentabilidade tem como objetivo a construção de um complexo turístico, empresarial, cultural e náutico na região dos abandonados armazéns 1 ao 8.

Para viabilizar o que está planejado nessa área, de 141,9 mil metros quadrados, estão previstos investimentos de R$ 544 milhões. O representante do executivo participou, ontem à tarde, de uma reunião do Conselho de Câmaras Setoriais da Associação Comercial de Santos, cujo tema foi o andamento de projetos para a revitalização do Centro Histórico.

O impacto dos investimentos de empresas privadas, da Petrobrás e do projeto Porto Valongo transformará uma região bastante degradada do município em um novo ponto turístico e cultural. "Estamos trabalhando para que esse processo seja irreversível e garanta a continuidade de um projeto que trará muitos frutos para toda a região. Os grandes portos do mundo tem um complexo como esse, Santos não pode ficar de fora", diz Neves.

As primeiras licitações para viabilizar o complexo estão previstas para serem lançadas no início do próximo ano, e deverão ser feitas de duas formas. A União será responsável pela concorrência para a construção do novo terminal de passageiros e de três novos berços de atracação de navios. O restante ficará sob a responsabilidade da Administração Municipal.

Obras do Museu Pelé, que fará parte do
complexo e ficará pronto no final de 2013.
O Secretário afirma que a Prefeitura está aguardando uma resposta do Governo Federal para uma inclusão do projeto Porto Porto Valongo Santos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Copa do Mundo de 2014. Se isso ocorrer, os processos de licitação e de licenciamento para a realização das obras do noco complexo serão mais ágeis.

Outro projeto importante que é desenvolvido no Valongo é de responsabilidade da Petrobrás. A estatal construirá três torres (cada uma com 17 pavimentos) para a instalação da sede definitiva da Unidade de Negócios da Bacia de Santos (UN-BS), assim como o centro de integração de operações.

O gerente geral da UN-BS José Luiz Marcusso, afirma que as obras estão em andamento e o primeiro edifício deverá ser entregue no dia 15 de Março de 2014. O prazo inicial estabelecido era o final do

próximo ano, no entanto, houve uma alteração no projeto devido à uma rocha. O prédio deverá abrigar cerca de 2.300 trabalhadores. O segundo está previsto para ser entre em 2016, e o terceiro, dois anos mais tarde.

 Texto (©) Copyright A Tribuna.
Imagens (©) Copyright A Tribuna e Daniel Capella.

Porto do Rio terá investimento de R$ 3 Bilhões

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Novo Píer em Y
O Porto do Rio de Janeiro (RJ) receberá, até 2016, cerca de R$ 3 bilhões em investimentos para a realização de obras de infraestrutura, que deverão aumentar a capacidade do complexo carioca em até 80%. O anúncio foi feito nesta segunda-feira pelo governo estadual. Os recursos serão pagos pela iniciativa privada e pelos governos federal, estadual e municipal.

Chamado de Porto do Rio Século 21, o projeto prevê a dragagem de aprofundamento da Baía de Guanabara (o que permitirá a atracação de navios maiores), a construção de um píer para expandir o terminal passageiros e a reformulação e construção de rodovias, ferrovias e terminais de carga na zona portuária.

Novo Píer em Y estará parcialmente pronto em 2014
Costa Fortuna no Rio
Um píer com capacidade para atracação de até sete navios será construído no Porto do Rio de Janeiro, ficando parcial- mente pronto para a Copa do Mundo de 2014, informou, o presidente da Autoridade Pública Olímpica, Márcio Fortes.

O objetivo é aumentar a capacidade de hospedagem na capital fluminense durante os grandes eventos que o Rio sediará. “Haverá oferta de 10 mil quartos para 24 mil pessoas, ou seja, suplementar à oferta hoteleira, sendo que, na ocasião da Copa do Mundo, será atendida a metade desse total”, disse Fortes. Ele garantiu que, até às Olimpíadas, a obra estará concluída.

O presidente da Autoridade Pública Olímpica participou do lançamento do programa Porto do Rio Século 21, que contém uma série de medidas para ampliar e melhorar o porto da cidade do Rio de Janeiro até 2016. Fortes explicou que serão dragados cerca de 12 milhões de metros cúbicos da Baía de Guanabara para facilitar a entrada de grandes navios.

No entanto, ainda está sendo estudado o destino final dos resíduos retirados da baía. “Está sendo buscada uma área mais adiante, talvez a 15 quilômetros da costa, que está sendo discutida com o Ministério Público Estadual, com o Instituto Estadual do Ambiente e com a Docas [concessionária do Porto do Rio]”.

Após a definição do bota-fora da dragagem, a Docas Rio ficará responsável pela implementação da dragagem, que, segundo o ministro, vai atender não apenas ao setor portuário, como também a empresas como a Petrobras e estaleiros que utilizam a Baía de Guanabara.

Texto (©) Copyright A Tribuna; Agência Brasil.

Imagens (©) Copyright Divulgação e Igor Welster.

Al Qaeda pretendia sequestrar navios de cruzeiro

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Insignia, ex navio da Reinassance Cruises, que faliu no começo dos anos 2000, por conta de dificuldades financeiras após os ataques de 11 de Setembro de 2001.
Em maio do ano passado, rapaz de 22 anos de idade austríaco chamado Maqsood Lodin estava sendo interrogado pela polícia de Berlim. Ele havia retornado recentemente do Paquistão através de Budapeste, Hungria, e depois viajado por terra até a Alemanha. Seus interrogadores ficaram surpresos ao descobrir, escondido em sua cueca, um dispositivo de armazenamento digital e cartões de memória. Neles, além arquivos pornográficos, e um arquivo protegido chamado "Sexy Tanja".

Várias semanas mais tarde, depois de esforços laboriosos para quebrar uma senha e um software que tornava o arquivo quase invisível, investigadores alemães descobriram codificado dentro do vídeo, o real tesouro para a inteligência - mais de 100 documentos da Al Qaeda que incluíam uma trilha interna em alguns dos enredos mais audaciosos do grupo de terror, e ainda um roteiro para operações futuras.

Planos futuros incluiam a idéia de apreender navios de cruzeiro e realizar ataques na Europa semelhantes aos ataques de armas por militantes paquistaneses que paralisaram a cidade indiana de Mumbai em novembro de 2008, quando dez homens armados mataram 164 pessoas no hotel Rampage.

MSC Melody que foi, sem sucesso, interceptado por Piratas
Somalis em 2008
Manuais de treinamento de terroristas em formato PDF em Alemão, Inglês e Árabe estavam entre os documentos, também, de acordo com fontes de inteligência. Chama a atenção um documento chamado "trabalhos futuros." Sua autoria não é clara, mas as autoridades de inteligência acreditam que ela veio de núcleo da Al Qaeda. Ele pode ter sido obra de Younis al Mauretani, sênior da Al Qaeda, preso em 2011.

O jornalista investigativo Yassin Musharbash, repórter do jornal alemão Die Zeit, foi o primeiro a informar sobre os documentos que continham um plano para aproveitar os navios de passageiros. De acordo com Musharbash, o texto original, diz: "poderíamos sequestrar um navio de passageiros e usá-lo para pressurizar o público.".

Musharbash dá ao entender que os terroristas pretendiam então, começar a executar os passageiros dos navios e exigir a libertação de prisioneiros (membros da Al Qaeda) em particular". O plano incluía vestir estes passageiros com uniformes cor de laranja, como se fossem prisioneiros da Al Qaeda em Guantánamo, e depois gravar em vídeo sua execução. Lodin e um homem chamado Yusuf Ocak, que supostamente viajou de volta para a Europa com ele, estão agora em julgamento em Berlim, onde afirmam que não são culpados. Ocak foi detido em Viena duas semanas após a prisão de Lodin.

Apesar de "trabalhos futuros" não incluir datas ou lugares, nem planos específicos, e pareça ser só um tipo de esboço para uma futura iniciativa de restabelecer a Al Qaeda nas primeiras páginas de todo o mundo.

Texto (©) Copyright Adaptado de CNN.
Imagens (©) Copyright Daniel Capella e Marco Antonio Pedro.

Dois navios escalam a Ilha da Madeira

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O porto do Funchal registou ontem movimento fora do normal para a temporada de Verão com a escala de dois navios de cruzeiros Seven Seas Mariner e a escala antecipada do Marco Polo e a saída do novo mega iate Excellence V.
O Seven Seas Mariner da companhia Regent Seven Cruises chegou ao Funchal pelas 8h15m, com procedência do porto de Las Palmas durante seu cruzeiro de verão pelas Canárias e Madeira. Rumou pelas 18h30 à marina de Cascais onde vai ficar fundeado para uma curta escala antes de rumar à capital Lisboa.
O Marco Polo da operadora birtânica Cruise & Maritime Voyages chegou um dia antes da escala prevista no Funchal, atracou pelas 11h com procedência do porto da Praia da Vitória, nos Açores após cancelar o porto de Ponta Delgada para do furacão Gordon que chegou hoje à ilha de S. Miguel.

Está a realizar um cruzeiro de 15 noites aos Açores e Madeira com base em Tilbury, Reino Unido.
Texto e Imagens (©) Copyright Sergio Ferreira.

Escalas temporada 2011/2012: Balmoral

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Fotos da estréia do Balmoral da Fred. Olsen Cruise Line em Santos, no dia 3 de Março de 2012. A estréia do navio, que também era a primeira vez da companhia na cidade ficaram marcadas pela ineficiência (ou amadorismo) da Anvisa, que acatou uma denúncia uruguaia inexistente, e proibiu os passageiros de deixar o navio por aproximadamente quatro horas, para depois constatar que não havia qualquer problema com a embarcação ou seus passageiros.
Texto e Imagens (©) Copyright Daniel Capella.

Explorer, da Semester at Sea, em Lisboa

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O navio Explorer, construído para a Royal Olympic Cruises, e gêmeo do Grand Voyager, que hoje navega funciona como uma universidade flutuante, passou recentemente pelo porto de Lisboa, capital de Portugal. Antes da cidade lusitana, tinha escalado em Casablanca, durante uma uma viagem à Europa, iniciada nas Bahamas. A viagem também fez escala em Barcelona, Roma, Nápoles, Dubrovnik, Piereaus e Istambul.
Ainda com o casco azul original da Royal Olympic Cruises, o navio hoje é admi- nistrado pela Semester at Sea, que em conjunto com a University of Virginia, opera uma faculdade a bordo, e tem seus cursos, metade neste estado dos EUA, e metade a bordo do navio, pelo mundo. No final do ano o navio voltará ao Brasil, durante mais uma de suas viagens, que dessa vez também terá passagem pelo Rio de Janeiro. Também esteve no porto português o Arion, da compatriota Classic International Cruises.
Texto (©) Copyright Daniel Capella.
Imagens (©) Copyright Rui Minas Agostinho.

 

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